Enxaqueca está no DNA - Melhor com saúde

Enxaqueca está no DNA

Uma dor latejante de um só lado da cabeça, como se uma bateria de escola de samba estivesse batendo dentro do seu crânio. Você não pensa em outra coisa, se não ir para um quarto escuro, não ouvir barulho nenhum até que a dor passe.

O nome desta dor insuportável é enxaqueca, um mal que atinge muito mais as mulheres do que os homens.

A mulher sofre mais com enxaqueca

Isto acontece por questões hormonais, já que a enxaqueca está diretamente relacionada a períodos menstruais e atinge mulheres entre os 20 e 40 anos.

Na menopausa ou durante uma gravidez, o problema diminui. Mas acontece com homens também, só que em proporção bem menor.

Lonely girl crying with a hand covering her face

As mulheres são as que mais sofrem desse mal, e principalmente por questões hormonais. A enxaqueca atinge mulheres entre os 20 e 40 anos, mas acontece com homens também, porém em proporção bem menor.

O que dizem as estatísticas

A enxaqueca, segundo institutos que estudam a doença, atinge 17% das mulheres e apenas 7% dos homens. Crianças também podem ser acometidas deste tormento.

Causa genética, você sabia?

Um grupo de cientistas identificou recentemente cinco regiões do DNA diretamente ligadas ao desencadeamento da doença neurológica. Tal descoberta serve apenas para reforçar a possibilidade de que o problema seja tratado por meio de terapias genéticas.

Mas como isso funciona? Sim, existem fatores genéticos que podem nos predispor à enxaqueca, mas o que vai determinar a manifestação desses fatores são os estímulos do ambiente, ou seja, os hábitos e estilos de vida que levamos.

Isso quer dizer que uma pessoa pode levar uma vida totalmente desregrada, uma alimentação nada saudável e hábitos menos ainda, e jamais apresentar um episódio de enxaqueca. (enxaqueca.com.br)

DNA. Pixels of Green

(Foto: Pixels of Green / Flickr)

Enxaqueca não é cefaleia

O que diferencia a enxaqueca da dor de cabeça comum é que as crises são mais fortes e não passam com um simples analgésico.

A dor é tão dilacerante que até mesmo a luz do sol incomoda. Outra questão é o vômito durante as crises, muito comum em quem tem enxaqueca.

O que pode desencadear a enxaqueca

São vários os fatores, além é claro da propensão genética, que podem desencadear a crise da enxaqueca. Só não acredite em mitos, como problemas no fígado e na visão. Isto não existe.

Certos alimentos contribuem

Se você tem tendência a enxaqueca evite tomar vinho tinto. Também não coma constantemente queijos amarelos, frutas cítricas e lacticínios fermentados e esqueça o chocolate.

Mas é importante saber que isso não é regra, cada organismo pode reagir de maneira distinta aos estímulos externos.

Procure um ginecologista

Entenda que a enxaqueca pode piorar quando você faz uso de determinadas pílulas. As mais indicadas são as que contém somente progesterona. Mas isto um ginecologista pode recomendar com precisão, analisando o que sente durante os seus períodos de crise.

Infelizmente, ainda não tem cura

Os estudos estão avançando para uma descoberta mais precisa da causa, através da análise do DNA de pessoas que tem a doença. Por enquanto, a medicina ainda está engatinhando na descoberta do problema. Então, ainda não é possível falar em cura.

Remédios adequados

Como ainda não tem cura, o jeito é fazer uso de medicamentos durante as crises. Os mais recomendados são os triptanos.

Coloque bolsa de gelo

Outra solução, muito mais caseira, é colocar bolsa de gelo no local da dor.

Botox?

Fazer aplicações de botox na testa e na cabeça vem sendo utilizadas com sucesso para pacientes que tem crises constantes, mas não respondem aos analgésicos.