Dados curiosos e interessantes sobre o ronco - Melhor Com Saúde

Dados curiosos e interessantes sobre o ronco

Você sabia que os roncos são hereditários? 70% das pessoas roncam por este motivo, e cabe destacar que muitos não o fazem diariamente.

“Eu não ronco”, “não consigo dormir com os roncos do meu marido”, “tenho que acordar meu marido para que ele pare de roncar”. Certamente você já escutou, leu ou até mesmo disse alguma destas frases, não é verdade? Estes sons que produzimos ao dormir são bastante estranhos e vale a pena conhecê-los um pouco melhor. Por isso, a seguir convidamos você a conhecer várias informações curiosas e interessantes sobre os roncos.

Características dos roncos que chamarão sua atenção

É provável que você saiba que aquelas pessoas que dormem de barriga para cima são mais propensas aos roncos do que aquelas que dormem de lado ou de bruços. No entanto, existem outras características mais do que interessantes para serem aprendidas sobre estes incômodos ruídos noturnos.

Os pesquisadores indicam que existem três fatores principais para que uma pessoa ronque, mas nem todos desenvolvemos os três juntos. Aqueles que roncam ao dormir o fazem, geralmente, porque:

Então, se você não quiser parecer um rinoceronte ou um hipopótamo enquanto dorme, é melhor começar a cuidar do seu corpo. Faça dietas e exercícios, largue o cigarro e reduza o consumo de álcool. E o melhor de tudo é que estas mudanças podem melhorar sua vida em 100%, não somente ao que se refere aos roncos.

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Outros dos causadores dos roncos são as alergias e os problemas nasais. Por isso é mais provável roncar no inverno ou na primavera do que no verão. Basicamente porque quando faz frio ficamos mais doentes (o nariz tende a se congestionar com mais frequência) e junto com as flores e os dias um pouco mais quentes da primavera, o pólen aparece e com ele as alergias sazonais. Tudo isso ajuda a formar a “combinação perfeita” para produzir os roncos, e quando se adicionam aqueles três fatores iniciais, as chances de roncar são bem maiores.

O volume dos roncos pode estar entre 50 e 100 decibéis, isto pode parecer estranho, mas é o mesmo ruído que uma broca produz. Não quer mudar de quarto quando seu companheiro ronca? É como tivesse uma obra na casa ao lado!

Você sabia que existe uma Associação do ronco? É verdade, e está situada na Inglaterra (onde existem muitos roncadores). De acordo com esta associação, dormir com alguém que ronca pode nos custar dois anos de sono perdido ao longo da vida, assim como também pode causar apneia do sono, mau humor, irritabilidade, problemas de concentração e pesadelos. Tudo isso poderia estar somado à lista de causadores de divórcio. Está comprovado que se um dos dois (do casal) ronca, existem mais chances de separação (outro motivo para dormir em camas e quartos separados, dizem aqueles que apoiam esta proposta).

Da próxima vez que você se reunir com seus pais para comer no domingo, pergunte se eles roncam e por que? Porque os roncos são hereditários. 70% das pessoas que roncam possuem pais que também o fazem, assim como parentes próximos como tios ou avós.

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Se diz que os homens roncam mais do que as mulheres, e isto é 100% verdade! Contudo, a diferença não é tão abismal quanto acreditamos. 40% dos homens roncam e 30% das mulheres também. Assim que, não reclame de seu esposo ou namorado na frente da família ou amigos com relação aos roncos, porque ele pode dizer que você também o faz.

Continuando com as porcentagens, 45% dos adultos roncam pelo menos uma vez na semana e 25% o fazem entre duas ou três vezes na semana. Outro dado curioso indica que uma grande quantidade de pessoas não “aceita” que ronca. Como pudessem se dar conta do ronco enquanto estão dormindo, não é mesmo? Ou mesmo roncam tão alto que eles mesmos acordam.

Se você tem filhos pequenos e percebe que algum deles ronca muito durante a noite, consulte um médico. Pode ser sinal de hiperatividade ou mesmo transtornos de atenção. E se for um caso isolado, pode tratar-se de uma congestão nasal ou a criança está muito cansada devido às atividades realizadas durante o dia. Existem pessoas que roncam desde bebês, mas o ruído é quase imperceptível nos primeiros meses de vida. Porém, aumenta ao longo da vida.

Mesmo que não exista uma relação entre a procedência ou país de residência e os roncos, foi confirmado de que os italianos são os europeus que mais roncam. Se estiver viajando por este lindo país, talvez seja uma boa ideia levar um par de protetores para os ouvidos. Ou se assegurar de que as paredes de seu quarto sejam grossas.

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Um descobrimento acidental demonstrou que cantar reduz os roncos. O mérito desta descoberta vai para uma diretora britânica de corais , que sofreu durante muitos anos com os sons insuportáveis de seu marido. Ela então propôs a ele realizar uma rotina de vocalização de 20 minutos por dia e também entrou em contato com um médico especializado em técnicas complementares para ajudar. Realizaram as atividades em um estúdio com 20 voluntários durante três meses, com resultados mais do que positivos. Os exercícios de canto melhoram e fortalecem as cordas vocais e a garganta, evitando que o ar passe mais forte e provoque os roncos.